CURA ANCESTRAL

Honro minhas raízes, aceito minha origem,
Mas libero a dor que ainda me dirige.
Lealdades ocultas, correntes invisíveis,
Meu eu antigo vivia entre grades invisíveis.

Rompo agora com o pacto adormecido,
Que me prendia num passado esquecido.
Solto a memória de quem eu era com estratégia —
Estou pronta pra entrar na minha nova era.

É possível ser eu mesma e me permitir riqueza,
Receber sem culpa, com inteira leveza.
Ascendo o holofote da minha identidade,
E desfruto das minhas mais íntimas qualidades.

Me permito construir um novo brilho,
Sem trair o clã, sem perder o estilo.
Sou a soma dos que me fizeram ser,
Mas hoje escolho um novo florescer.

Dou adeus ao medo, ao bloqueio, à escassez,
Autorizo a abundância, a paz e a altivez.
Sou digna do sucesso, da força e da vitória,
Meu clã me respeita — eu honro minha história.

Mas aqui e agora, com o coração em expansão,
Eu decreto: tenho minha própria permissão.
Reescrevo meu destino com total devoção,
E autorizo minha completa transformação.

Numerologia: DESTINO 1


Decreto do Destino Um

Tu que nasceste com o Um no caminho,
és faísca divina, és próprio destino.
Líder por essência, brasa que acende,
onde há escuridão, tua luz é quem prende.

Tu não segues — tu crias, tu abre, tu vai,
onde muitos recuam, tu ficas, tu cai,
mas levanta com honra, com garra, com arte,
o primeiro a chegar, o que nunca reparte.

Tua mente é afiada, teu passo é valente,
teu espírito é livre, teu fogo é ardente.
Não vives de sombra, tu és o farol,
o sopro do início, o raio do sol.

És o número alfa, começo sagrado,
o plano divino em ti foi traçado.
Nada te para, és ponte e portal,
o Um é destino de força vital.

Então decreta, em voz elevada:
"Sou filha do Um, alma iluminada.
Lidero meu tempo, meu dom, meu saber,
nasci para o alto, nasci pra vencer."

E que assim seja, e que assim brilhe,
o Um não recua, ele sente e redire.
Ergue a cabeça, destino primeiro,
o mundo te segue, tu és o inteiro.



Baralho cigano: significado das cartas


"O Cavaleiro vem ligeiro, com a força do trovão,
é o número um, o mensageiro, trazendo ação e decisão.
É avanço que não espera, é impulso sem freio ou véu,
é a energia que acelera e te empurra rumo ao céu.

Ele diz: não fique parada, se o desejo te chamou,
levanta, monta e dispara — teu futuro já chegou.
É Yang em carne e coragem, é faísca que vira chão,
é notícia, é movimento, é presságio em expansão.

Se essa carta te aparece, é sinal: já começou.
Quem ousa, cresce e enriquece — o universo já conspirou.
Recebe essa cavalgada com coragem e coração,
pois o Cavaleiro avisa: é tua hora de ação!"

Viemos vivênciar o que já decidimos.


Existe uma sensação difícil de explicar quando a gente encontra certas pessoas pela primeira vez. Não é familiaridade comum, não é lembrança de outra vida necessariamente. É um reconhecimento silencioso. Como se, em algum ponto do nosso percurso interno, a gente já soubesse que aquela pessoa estaria ali. Não dá pra explicar racionalmente, mas o coração sabe.

Eu tenho pensado muito sobre isso. Sobre como o nosso destino, de alguma forma, já teve um resultado. Já está concluído. Como se estivéssemos vivendo algo que, num certo nível, já foi vivido. Claro que temos escolhas. A gente pode mudar de rota, tomar atalhos, fechar portas. Mas ainda assim... parece que há um caminho central, uma espécie de linha mestra da alma, que a gente já escolheu antes mesmo de nascer. E o que fazemos aqui é lembrar.

O Bashar falou uma vez faliu sobre o aborto. E ele respondeu que a criança já sabia da decisão  mãe antes de encarnar. Que ela teria escolhido pra viver aquele. Não era uma perda no sentido humano. Era uma experiência. Isso mexeu muito comigo.

E me lembrou a fala da Oráculo em Matrix, quando ela diz para o Neo que as escolhas já foram feitas. Ele só está ali pra entender por que escolheu. Eu sinto que é isso mesmo. A gente está aqui, vivendo, amando, criando laços, cortando outros... mas lá no fundo, uma parte de nós já sabe. Já viu o final. E mesmo assim, topa viver cada cena com entrega, porque é isso que dá sentido.

Quando fui na igreja do Daime pela primeira vez, eu não queria conhecer ninguém. Minha ideia era tomar o chá, viver a experiência, escrever sobre ela e seguir minha vida.

 Mas algumas pessoas me marcaram profundamente.  Lembro de rostos que me atravessaram como se dissessem: "nós já nos vimos antes, você só não se lembra ainda". E hoje, 7 anos depois, essas pessoas parte viva da minha caminhada.

E não tem como saber o que essas conexões vão virar. Amor, amizade, dor, transformação... Mas a marca do encontro já está lá desde o começo.

É curioso pensar que pra um lugar que eu não queria voltar, e de onde eu não queria laço nenhum, eu tenha saído tão profundamente tocada. E mais curioso ainda é sentir que isso tudo não é coincidência. É como se o meu eu mais profundo tivesse feito essas escolhas antes. E eu, aqui, só estivesse vivendo para entender o porquê.

Talvez seja isso. A vida é a lembrança viva daquilo que a gente já escolheu amar.



Apego é falta de fé.

Apego é um grito do corpo dizendo: “eu não acredito que isso é meu”. Parece duro, mas é libertador quando a gente entende. Porque tudo aquilo que a gente agarra com força demais, que nos rouba o sono, que faz a respiração apertar… é porque lá no fundo a nossa fé não alcançou. O corpo ainda não se convenceu de que aquilo já está vindo, que já é realidade.

Seja um amor, um carro, uma casa, um trabalho dos sonhos ou uma viagem que você deseja com todo o coração… quando o apego aparece em excesso, ele não é sinal de amor ou de vontade. Ele é sinal de medo. Medo de não acontecer. Medo de não ter. Medo de não merecer.

Mas fé… fé de verdade traz paz. Quando o seu corpo acredita, quando suas células sabem que aquilo é seu, você não precisa segurar com desespero. É como perder um objeto dentro de casa: você pode até procurar com atenção, mas você não se desespera. Porque você sabe que está ali, em algum lugar. Que uma hora vai aparecer. Porque é seu. Você tem certeza.

É assim com os desejos também. Quando você sente no peito que aquela realidade já te pertence, o apego vai embora. Dá lugar pra leveza. E a leveza é o campo fértil onde tudo floresce. Manifestar é lembrar ao seu corpo que já é, mesmo que os olhos ainda não vejam. É confiar antes de tocar. É não mendigar o que é seu por direito.

Então, antes de correr atrás com pressa, pergunta pro seu corpo: você acredita mesmo que isso já é nosso? Se não acredita, começa por aí. Porque fé é o solo. Sem ela, o apego cresce. Com ela, a vida floresce.

O funcionamento dos chacras.


A palavra "chakra", que vem do sânscrito, significa “roda” ou “disco”. É uma referência à ideia de que os chakras são centros energéticos giratórios que regulam a vitalidade física, emocional, mental e espiritual do ser humano. Mas, para além da teoria esotérica ou simbólica, quem já experienciou sensações reais de movimentação energética no corpo — como tremores, formigamentos, rotações ou mesmo toques sutis em pontos específicos — sabe que os chakras são mais do que um conceito abstrato.

Neste texto, vamos explorar o funcionamento desses centros energéticos com um foco especial no movimento que realizam, tanto na parte frontal quanto na parte posterior do corpo, seus formatos energéticos, e como isso influencia nossa percepção, nossos estados emocionais e nossos processos espirituais.


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Chakras são bidimensionais ou tridimensionais?

Embora comumente representados como rodas bidimensionais, os chakras são estruturas energéticas tridimensionais. Muitas tradições os descrevem como vórtices — espirais cônicas que se estendem para fora do corpo, em direções opostas, à frente e atrás.

Cada chakra principal se projeta como dois funis energéticos: um à frente do corpo e outro atrás. Esses dois “lóbulos” funcionam em conjunto, criando um campo de troca energética. Por isso, quando sentimos algo vibrando nas costas ou no peito, por exemplo, pode estar relacionado ao mesmo chakra, mas em sua projeção posterior ou anterior.


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Frente e Trás: Duas Faces de Uma Mesma Energia

Projeção Frontal dos Chakras:
Costuma estar associada à maneira como interagimos com o mundo externo. É a face da expressão, da ação, da abertura, da comunicação com o outro. Quando essa parte está ativa, sentimos vontade de agir, nos expressar, criar, tomar decisões.

Projeção Posterior dos Chakras:
Relaciona-se mais com o que absorvemos do mundo, com os registros inconscientes, o que guardamos, o que sustentamos como base interna. Está ligada também à ancestralidade, ao amparo espiritual, à intuição profunda e à conexão com planos sutis.


Essa dualidade permite que os chakras funcionem como canais bidirecionais, absorvendo e irradiando energia. A harmonia entre frente e trás é essencial. Um chakra muito ativo na frente, mas bloqueado atrás, pode gerar hiperatividade, ansiedade ou desgaste. O oposto (posterior muito ativo e anterior fechado) pode causar apatia, introspecção excessiva ou isolamento.


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O Sentido de Rotação dos Chakras

Cada chakra gira, mas o sentido de rotação pode variar dependendo do estado da pessoa, da polaridade energética e da função que aquele chakra está exercendo no momento.

Em geral, os chakras nos corpos mais sutis giram no sentido horário (quando vistos de frente) quando estão em estado equilibrado e receptivo.

O giro anti-horário pode acontecer em momentos de defesa, limpeza, liberação ou mesmo desequilíbrio temporário. Isso não é ruim por si só — pode indicar que o chakra está se reorganizando.


Vale lembrar que o corpo energético é dinâmico. Os chakras mudam seu ritmo, rotação e intensidade de acordo com o estado emocional, o ambiente, o ciclo de vida e as práticas espirituais que realizamos.


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Formatos e Sensações dos Chakras

Você descreveu algo muito real: um ponto de vibração pequeno, mas com uma sensação que se expandia como um campo. Isso é típico dos chakras em ação: o centro pode ser do tamanho de uma moeda no corpo sutil, mas sua aura de influência se estende em ondas.

Muitas pessoas relatam sentir:

Formigamentos suaves ou intensos

Sensações de expansão ou contração

Pulsação ou giro interno

Toques invisíveis, cócegas energéticas, calor ou frio localizado

“Espasmos energéticos” (muito comuns durante ativações da Kundalini)


Essas experiências não são imaginárias — elas são o sistema energético se comunicando com a consciência. É o corpo sutil dizendo: “estou aqui, estou ativo, estou reorganizando”.


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Chakra Umeral: O Guardião Espiritual das Costas

O chakra umeral não está entre os sete principais, mas se tornou conhecido entre estudiosos da espiritualidade como um portal ligado à mediunidade e à sensibilidade espiritual. Ele se localiza na parte de trás do ombro esquerdo (ou entre as escápulas, a depender da linhagem), e sua função é criar um canal entre o corpo físico e os campos espirituais.

Quando você sente um ponto vibrando ali, diariamente, com uma sensação que se irradia, como um campo se abrindo ou expandindo, pode ser o chakra umeral em plena atividade. Ele costuma ser mais sensível em pessoas que trabalham com cura, canalização ou têm mediunidade aberta.

A sensação de formigamento sem dor, como câimbra energética, é relatada por muitas pessoas sensíveis, e pode significar:

Abertura do canal espiritual

Sinal de que há presença espiritual ao redor

Ativação mediúnica

Limpeza energética

Canalização de mensagens ou insight. 

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Conclusão: Um Sistema Vivo, Inteligente e Sagrado

Os chakras não são engrenagens mecânicas. São organismos vivos, conscientes, inteligentes. Cada chakra guarda camadas da sua história, da sua missão, da sua ancestralidade. Eles se comunicam com você o tempo todo — através do corpo, da emoção, do sonho, do toque invisível.

Perceber a movimentação deles — na frente, atrás, em giro ou pulsação — é um sinal de que você está em profunda escuta com seu corpo energético.

Quando honramos essas mensagens, não apenas equilibramos o sistema, mas também nos conectamos com a linguagem sutil do divino que habita em nós.




DECRETO: BENÇÃO CIGANA.

🔮Decreto das Bênçãos Ciganas🔮

Que o vento leve o que não te serve,
que o ouro venha, que a alma preserve.
Que teus passos sigam livres no chão,
com verdade nos olhos e firmeza na mão.

Eu, cigana de sangue quente,
te decreto um destino valente:
com amor que dança, riso que brilha,
vida com alma, corpo que trilha.

Que não te falte pão, nem paixão,
que tua estrada floresça em cada estação.
Que tu escutes a voz do tambor,
e nunca te esqueças do teu próprio valor.

Te cubro com seda, perfume e poder,
te ensino a sentir antes de entender.
És filha do vento, do fogo e da lua,
tua alma é livre, tua alma é nua.

Então recebe, sem medo, essa sina:
as bênçãos da força da alma cigana.
E se alguém duvidar do que tu és capaz...
dá um giro no eixo e mostra tua paz.

Como é estar no presente de verdade?



Estar no presente absoluto é como ser criança de novo.
Mas não é só parecer criança. É ser criança naquele lugar interno onde o tempo não tem nome.
Porque criança não sabe o que é "amanhã".
Criança só entende o presente como a coisa mais natural do mundo.
Ela sente, vive, reage. Ela brinca, cai, levanta.
Ela não carrega o peso de “ontens” nem a ansiedade dos “e ses” do futuro.

Quando estamos mesmo no presente, é como se a gente tivesse esquecido — por um instante sagrado — tudo que a gente acha que já sabe.
E nesse esquecimento... a gente se lembra de quem realmente é.

O presente é esse lugar mágico, onde o tempo não empurra nem puxa.
É um agora que acolhe. Que envolve. Que permite.

Quando a gente está no agora de verdade, a gente para de se comparar com os outros.
A gente não se pergunta mais se está atrasado, adiantado, se vai dar tempo.
Porque não tem “tempo pra dar”. Só tem o tempo que é.

E isso não significa irresponsabilidade, não é alienação.
É justamente o contrário.
É uma presença tão verdadeira que a vida começa a acontecer com a gente — e não apesar da gente.

A criança dentro de nós sabe disso.
Ela não entende de prazos, metas, boletos ou cronogramas.
Ela entende de cheiro, de sol na pele, de olhar que brilha, de chão que convida a correr descalça.
Ela entende de ser.

E é quando a gente toca esse lugar, que a gente realmente vive.
Não como quem cumpre tarefas.
Mas como quem respira encantamento.

Estar no presente absoluto é um estado de graça.
É o agora que dança com a eternidade.
É onde mora Deus, onde mora o amor, onde mora você.
Você de verdade.

Conjuro de libertação emocional.



(Para curar os vínculos, reescrever os encontros e atrair o verdadeiro)

Pelo sopro do tempo que gira no ar,
Invoco a luz que vem me limpar.
No ventre do mundo, na palma da mão,
Desfaço os nós da decepção.

Queime, ó fogo, os traços do medo,
Desfaça os pactos de antigo segredo.
Lá onde o amor virou tempestade,
Resplandeça agora a claridade.

Que venham os ventos da transmutação,
A varrer o lodo do meu coração.
Limpa as memórias, reescreve os sinais,
Cura as feridas dos tempos ancestrais.

Das mães e avós, das linhas cruzadas,
Das dores caladas, das noites caladas.
Dos homens que foram, dos que traíram,
Dos olhos que mentem, dos que me iludiram.

Que a sombra da mágoa perca o seu tom,
Que o eco da dor não ressoe mais som.
Declaro findado o ciclo da ausência,
Resgato em mim toda a minha essência.

Eu não sou o medo que em mim plantaram,
Nem os fantasmas que me visitaram.
Sou chama viva que se renova,
Na dança da alma, sou folha que voa.

Pelos fios de ouro do destino escrito,
Refaço a trama do meu infinito.
Que venham os laços de amor verdadeiro,
Os toques gentis, os olhares inteiros.

A cada palavra que aqui eu recito,
Desfaço contratos com o que é restrito.
E abro portais de brilho e beleza,
Chamando a mim a pura leveza.

Cheguem os seres de alma sincera,
Que saibam amar de forma inteira.
Corações limpos, intenções claras,
Presenças que acolhem e não se separam.

Com o canto da coruja e a luz do luar,
Reescrevo a arte de me entregar.
Sem repetição, sem dor costumeira,
Agora atraio a alma verdadeira.

Que esse feitiço, selado com flor,
Transforme espinho em pleno amor.
E onde foi dor, que brote carinho,
E onde foi medo, que cresça o caminho.

Com a benção da Terra, do Sol e da Lua,
Que a minha energia seja clara e nua.
Sou filha do tempo, do céu, da paixão,
E hoje renasce o meu coração.

🕯️✨



As 10 coisas que verá ao beber ayahuasca.


Primeiro: isso não é recreação. Ayahuasca é medicina da floresta, é sabedoria ancestral. Se chegou até você, é porque o chamado foi feito na alma.

Segundo: você não vai viajar. Vai mergulhar. Vai entrar em contato com partes suas que estavam adormecidas, escondidas, negadas. E isso pode ser intenso.

Terceiro: você vai receber informações. Downloads do seu Eu superior, mensagens do astral, revelações sobre a sua vida e seu caminho.

Quarto: mirações não são sonhos. São visões que falam direto com sua consciência. E o que você vê, não tem como desver. Abre portais que não se fecham.

Quinto: o corpo sente. Tremores, vômitos, suor, calafrios — tudo isso pode ser limpeza. Expurgo de medo, de mágoa, de dor que ficou retida por anos.

Sexto: liberação emocional é parte do processo. Você pode chorar, rir, gritar. Pode acessar traumas. Mas tudo isso vem pra sair. A medicina mostra e leva.

Sétimo: a culpa, o medo, a vergonha — tudo pode vir à tona. Não resista. A cura acontece quando a gente acolhe.

Oitavo: é preciso preparo. Corpo limpo, mente aberta, ego amaciado. Não vá pra provar, vá pra se entregar.

Nono: integração é essencial. O que você vive na cerimônia precisa ser trazido pro dia a dia. Caso contrário, vira só uma experiência bonita e perdida.

Décimo: só vá se sentir o chamado. A medicina não é moda. É compromisso com a alma. Só quem realmente ouve o chamado deve beber.

AHO! 


A abundância pode ser um risco pro seu sistema.

O Corpo em Alerta: Quando o Mecanismo de Defesa Bloqueia a Vibração da Abundância

Amiga, vou te contar uma coisa que me caiu como um raio esses dias... A gente fala tanto sobre merecer, sobre vibrar abundância, sobre abrir os caminhos da vida, mas o que a gente não percebe é que, muitas vezes, o próprio corpo está em guerra com isso.

E não é porque a gente não quer, tá? É porque o nosso sistema aprendeu a se defender. Defende do amor, defende do desejo, defende da abundância. Tudo aquilo que um dia foi negado, vira perigo. E o corpo entende isso como ameaça.

É como se a vida tivesse dito, lá atrás, "isso não é pra você". E aí vem o corpo e se adapta, se fecha, se endurece. Ele cristaliza esses mecanismos como forma de sobreviver. A escassez, por exemplo, não é só sobre dinheiro. É sobre a impossibilidade de desejar. Porque até desejar algo melhor, num corpo marcado pela dor da privação, vira uma exposição perigosa. E desejar vira uma vergonha silenciosa.

Agora pensa comigo: quando a gente nasce, a gente não chega como uma folha em branco. A gente carrega na célula memórias dos nossos ancestrais. Histórias inteiras de luta, de ausência, de dificuldades. Memórias de quem tentou, de quem não conseguiu, de quem teve que engolir o querer pra poder viver. E a gente veio com isso pra lidar. Essa é a jornada.

Então, quando a gente tenta vibrar abundância, mas o corpo aprendeu que abundância é inalcançável, ele trava. Ele não deixa vibrar. É como se dissesse: "Eu não vou passar por isso de novo. Eu prefiro não desejar do que sofrer a frustração." E aí a vida fica presa nesse ciclo.

É sutil, é profundo... e é real.

Por isso, não adianta só repetir afirmações ou fazer visualizações se o corpo estiver em estado de alerta. Se ele estiver operando num nível de sobrevivência. A primeira coisa é reconhecer esse estado. É se olhar com honestidade e perceber: "onde é que meu corpo ainda tá em guerra com aquilo que eu desejo?"

A abundância, o amor, o prazer... tudo isso precisa de um corpo em paz. Um corpo que sinta segurança em receber. Um corpo que não veja mais o sonho como ameaça. E isso, amiga, exige tempo, exige escuta, exige prática de segurança interna.

Então, se hoje você sente essa trava, esse peso, esse ciclo de quase alcançar, mas não sustentar... não é que você não saiba manifestar. É que seu corpo ainda não se sente seguro pra isso. E tá tudo bem. É aí que começa a virada de chave.

Vamos aprender a dar segurança pro nosso corpo. A mostrar pra ele que hoje é diferente. Que agora a gente pode desejar. E que querer mais não é errado. É libertador.

Seja bem vindo! Vamos conversar?

  Meu nome é Paloma de Assis Baptista, sou uma pesquisadora da mente humana e uma apaixonada pela humanidade.  Há 10 anos estudando medicina...

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