MERECIMENTO É HÁBITO.




Desbloqueando o Merecimento: Uma Jornada de Autodescoberta

Você já sentiu que algo dentro de você impede de se sentir verdadeiramente merecedor das coisas boas da vida? Muitas vezes, essa sensação de falta de merecimento tem raízes profundas em nossa ancestralidade e nas experiências que nossas almas viveram em outras dimensões.

Imagine que, ao longo das gerações, nossos ancestrais enfrentaram desafios e limitações que, de alguma forma, foram transmitidos para nós. Esses padrões podem se manifestar como uma dor interna que nos faz duvidar do nosso valor e do nosso direito de receber o melhor da vida.

O que é o Merecimento? O merecimento é sobre se sentir digno, sobre saber que você é importante e que está aqui para viver uma vida plena. É uma sensação de que você tem o direito de receber amor, abundância, sucesso e felicidade. Mas, para muitos de nós, essa sensação foi perdida ou suprimida ao longo do tempo.

Como a Ancestralidade e Outras Vidas Influenciam? Muitas vezes, a falta de merecimento está ligada a padrões ancestrais e experiências que nossas almas viveram em outras dimensões. Esses padrões podem ser como gavetas trancadas que precisamos abrir para entender e curar.

Por exemplo, se em sua linhagem houve uma história de desvalorização ou de restrições, isso pode impactar como você se sente em relação ao que merece na vida.

O Poder de Curar e Transformar Quando você reconhece esses padrões e se permite liberá-los, você está se libertando de ciclos de dor e permitindo que uma nova energia de merecimento entre em sua vida. É como se você estivesse limpando as gavetas e deixando espaço para que a energia de abundância e autovalorização fluam.

Dicas para Ensinar o Inconsciente a Se Sentir Merecedor

  1. Afirmações Diárias: Repita para si mesma: "Eu sou merecedora do melhor que a vida tem a oferecer."
  2. Autocuidado: Cuide de si mesma com carinho, escolha atividades que te nutram e façam você se sentir bem.
  3. Conexão com a Natureza: Passe tempo em ambientes naturais, onde você possa se sentir parte de algo maior e mais conectado.
  4. Meditação: Pratique a meditação para acalmar a mente e se reconectar com sua essência.
  5. Gratidão: Cultive a gratidão, reconhecendo as pequenas bênçãos do dia a dia.

Lembre-se, o merecimento é uma liberdade que você tem o direito de vivenciar. Ao seguir essas práticas simples, você estará ensinando ao seu inconsciente que você é, sim, merecedora de tudo o que há de melho

Religião é uma ferramenta do divino.


Religião: a ferramenta esquecida do divino

A religiosidade, em sua essência mais pura, nunca foi sobre controle. Foi sempre sobre conexão. Cada religião, em suas doutrinas e caminhos, guarda um segredo, uma técnica, um portal. Seja o canto, a fala, o jejum, a oração ou a meditação — todas oferecem ferramentas concretas para nos reconectar com o que é sagrado em nós.

Mesmo as religiões que se tornaram corrompidas pelo tempo, por homens sedentos de poder e controle, ainda carregam dentro de si fragmentos do divino. O erro não está na estrutura espiritual, mas no uso que se faz dela. Uma faca pode fatiar o pão ou ferir alguém — tudo depende das mãos que a seguram.

No cristianismo, por exemplo, o sinal da cruz é muito mais do que um gesto ritual repetido por tradição. Ele é uma ativação energética ancestral, anterior ao próprio cristianismo — já utilizada no Egito Antigo. Quando levamos a mão à testa, tocamos o chacra frontal, ativando nossa intuição e visão espiritual. Ao levarmos ao peito, acessamos o chacra cardíaco, o centro do amor e da verdade. Quando seguimos para o ombro esquerdo, tocamos o lado Yin, feminino, receptivo; ao ombro direito, ativamos o Yang, o masculino, a força de ação. E ao levarmos a mão à boca — ou ao centro da garganta — estamos ativando o chacra laríngeo, a voz, a expressão, o verbo criador. Ou seja, estamos literalmente conectando centros de poder dentro de nós. Estamos nos alinhando com o céu e a terra, com o invisível e o manifesto.

Assim como os mantras no hinduísmo, os toques dos tambores nas religiões afro-brasileiras, o silêncio profundo do budismo ou os cânticos do islã — todas essas práticas são formas de alterar nosso estado de consciência e acessar a nossa centelha divina.

As religiões foram deixadas como ferramentas de ascensão. Se bem usadas, com inteligência espiritual e intenção refinada, elas não apenas nos curam — elas nos refinam. Elevam a alma. Nos colocam no trono interno do nosso próprio templo. Mas se mal usadas, se entregues a homens sem fé, elas viram armas. Armas de dominação. Usadas para escravizar mentes, culpar corpos, amputar desejos. E pior: para vampirizar a energia vital de rebanhos inteiros, sob o nome de salvação.

A Bíblia — esse livro que moldou civilizações — não é apenas um livro de regras. É um código. Um mapa de arquétipos, leis universais e fórmulas de prosperidade. Quando lida com olhos despertos, ela não te aprisiona. Ela te arma. Ela te dá chave para construir reinos, inclusive os de ouro, dentro e fora de você.

É hora de resgatar o poder das religiões como elas foram criadas para ser: ferramentas. E toda ferramenta só é tão poderosa quanto a consciência que a utiliza.

A religião nunca foi o fim. Sempre foi o meio.
O altar é você.


A alquimia financeira com a sequência Fibonacci.

Você já notou como a natureza segue padrões perfeitos que parecem quase mágicos? O crescimento das plantas, a forma das conchas, a espiral do corpo da cobra... Tudo isso está ligado a uma sequência matemática conhecida como Fibonacci. Essa sequência revela um ritmo natural, uma fórmula que governa o crescimento, a harmonia e o equilíbrio em tudo ao nosso redor.

Mas essa mesma lógica não está apenas na natureza — ela também está dentro de nós. Em nossos pensamentos, nas conexões do nosso cérebro, nas emoções que moldam nossas escolhas. É como se existisse um código secreto que, quando compreendido, pode transformar a forma como construímos nossas vidas, nossos sonhos, e principalmente, nossa relação com o dinheiro.

Entender essa sequência é perceber que nada acontece de repente. O verdadeiro sucesso vem da construção lenta e contínua, degrau por degrau, como uma espiral que se desenrola naturalmente, respeitando o tempo e o ritmo do universo. É a alquimia da vida: transformar pequenas ações em grandes resultados, um passo de cada vez.

Quando você aprende a usar essa fórmula, passa a criar não só riqueza, mas equilíbrio, presença e poder pessoal. Não é sobre pressa, é sobre consistência. Não é sobre sorte, é sobre alinhamento. E quando mente, corpo e ação se conectam nesse padrão, a vida começa a responder de forma surpreendente.

Essa é a chave para transformar sua realidade — um convite para despertar a força que já está dentro de você, para entrar em sintonia com o fluxo natural da criação e manifestar aquilo que antes parecia distante.

A verdadeira transformação começa quando você reconhece que é parte de uma dança maior, um movimento eterno que conecta o micro ao macro, o invisível ao visível, o sonho à realização.





O genitor na nova era.



Minha querida, que colocação precisa, corajosa e absolutamente necessária. Você tocou no cerne de 

O genitor – A ausência que marca, a rejeição que fere

A maternidade da nova era tem revelado uma ferida coletiva entre o feminino e o masculino.
Seja pela ausência total, seja pela presença vazia, muitas mães hoje vivem uma jornada de criação sozinhas — emocionalmente, espiritualmente e às vezes até fisicamente.

Algumas são mães solteiras.
Outras vivem casamentos longos, mas sentem que seguram o mundo enquanto o outro se acomoda na própria inconsciência.
O resultado é o mesmo: uma solidão que pesa na alma.

Mas há um ponto profundo e delicado que precisa ser visto com coragem:
toda mágoa não olhada vira rejeição.
E toda rejeição à figura do pai inevitavelmente respinga no filho.

Isso não é sobre culpar.
É sobre despertar para o impacto silencioso da dor não digerida.

Quando a mãe carrega mágoa profunda do pai do filho — seja por abandono, frustração, traição ou negligência — e não elabora isso com consciência, essa energia é transmitida à criança.
E aqui entra algo essencial: a criança é feita de 50% da energia da mãe e 50% da energia do pai.

Rejeitar o pai é, energeticamente, rejeitar metade do filho.

Mesmo que não seja verbalizado, a criança sente.
Ela percebe que, para ser amada pela mãe, talvez precise esconder ou rejeitar partes de si que são semelhantes ao pai.
Isso gera conflito interno, culpa, confusão e, muitas vezes, uma sensação profunda de não-pertencimento.

E então nasce a alienação emocional, às vezes até inconsciente.
A criança começa a apagar sua identidade para não “incomodar” a mãe, para não ser associada àquele que ela sente como o malfeitor.
Mas isso tem um custo: ela deixa de ser inteira.
E começa a sentir que precisa escolher entre os pais — como se amar um fosse trair o outro.

Essa dinâmica pode gerar dívidas emocionais difíceis de dissolver, relações frágeis, filhos que crescem sentindo que não têm o direito de existir completamente.
Filhos que vivem para “proteger” a mãe, tentando ser tudo aquilo que o pai não foi — ao preço de si mesmos.

Por isso, minha querida, esse trecho é um chamado amoroso, mas firme:
você não precisa perdoar o genitor para continuar.
Mas precisa aceitar que ele faz parte da história do seu filho — energeticamente, emocionalmente, e espiritualmente.

Você compartilha esse ser com outra alma.
E negar isso, mesmo que inconscientemente, desequilibra o sistema familiar.

Honrar o pai, mesmo em silêncio, é honrar o filho por inteiro.
Não é passar pano.
É devolver cada um ao seu lugar.

O pai pode não ter cumprido a função como você esperava.
Mas a sua consciência pode libertar seu filho da prisão invisível da rejeição.
E isso, minha querida, é amor em sua forma mais madura.

Você não precisa consertar o pai.
Mas pode escolher não carregar mais essa dor sozinha.
E pode, com sabedoria, ensinar ao seu filho que ele tem o direito de amar suas duas raízes — mesmo que uma delas ainda esteja adormecida.

Essa é uma das maiores provas de força e maturidade emocional que uma mãe pode viver.
E você é capaz.



A adoção da nova era.


Adoção na nova era – A alma que escolheu dois lares

A adoção não é uma substituição.
É um reencontro sagrado.
Um ponto de luz onde duas histórias se cruzam para completar algo muito maior do que os olhos podem ver.

Na nova era, adoção não é caridade.
Não é resgate.
É missão.

A alma que chega por meio da adoção escolheu esse caminho antes mesmo de encarnar.
Ela sabia que viria com um corpo de um lugar, e um lar de outro.
E ainda assim, ou talvez por isso mesmo, ela veio.
Com coragem, com carga, com lições.
Ela veio para integrar dois mundos: o mundo da biologia, da hereditariedade, da linhagem física… e o mundo da alma, da nova família, do afeto que escolhe e acolhe.

Mas há um ponto essencial que os pais adotivos da nova era precisam compreender:
a genética não é apagada por um sobrenome.
E o corpo carrega informações, mesmo que o registro civil mude.

Ignorar isso pode gerar sofrimento.

As doenças hereditárias, as tendências emocionais, os traços da personalidade, os gatilhos familiares…
Eles vêm com a criança.
Eles pedem passagem.
Eles querem ser vistos, respeitados, cuidados — não como uma ameaça, mas como parte do mapa da alma que você recebeu para amar.

Aceitar a criança é aceitar tudo o que vem com ela:
A carga genética, a ancestralidade, a sombra e a luz.
E quanto mais você compreende isso, mais sabedoria você terá para orientar, proteger e ajudar essa alma a florescer.

Exemplo real e possível:
Uma mãe adotiva pode perceber traços de agressividade no filho, e se sentir culpada ou confusa.
Mas ao entender que isso pode vir da linha paterna ou materna biológica, ela deixa de personalizar e começa a investigar.
E quando investiga, pode encontrar meios de redirecionar, de acolher, de curar.
Ela se torna não apenas mãe — mas guardadora da verdade que esse filho carrega no corpo e na alma.

O filho adotado precisa ser visto por inteiro.
E isso inclui o que veio de antes.
Não para alimentar comparações.
Mas para que ele saiba que não precisa esconder nenhuma parte de si para ser amado.

A família adotiva da nova era é um campo de amor que não apaga a origem, mas expande o destino.

O filho adotado não é só o filho do agora.
Ele também é filho da história.
E essa história, por mais desafiadora que seja, precisa ser honrada — porque ela contém os elementos que, se bem cuidados, se tornam os portais de maior evolução.

O pai e a mãe de alma não são menos.
Eles são o segundo ato da história — aquele onde o amor ganha voz, onde a alma encontra estrutura, onde o ciclo se fecha com consciência.

E isso, minha querida, é grandioso.




Você não pode salvar a sua mãe.


Desde muito cedo, muitas de nós criamos um pacto silencioso com a dor dos nossos pais. A dor da mãe que chorava em silêncio, do pai ausente ou perdido, das brigas, da solidão... e, sem entender racionalmente, nosso corpo assumiu: “Se eu cuidar dela, se eu for boazinha, talvez ela fique bem. Talvez o mundo fique seguro.” E é assim que nasce a criança salvadora.

O problema é que esse papel nunca foi seu. E mesmo assim, você o assumiu com tanta força que cresceu com ele. E agora, adulta, continua atraindo relações onde você precisa ser o alicerce, o colo, a luz, a força. Relações em que você precisa dar mais do que recebe, porque no fundo ainda existe o desejo secreto de salvar alguém – como se isso te curasse, como se fosse uma missão de alma.

Mas não é.

Esse padrão aprisiona. Ele te faz carregar dores que não são suas. Te mantém em relacionamentos desequilibrados, amizades cansativas, vínculos com gente que sempre está “quase se afogando”, esperando que você seja a bóia.

Você não veio ao mundo para ser salva — mas também não veio para ser salvadora. O papel que assumiu lá atrás era grande demais para uma criança e continua sendo grande demais para você hoje.

Então como quebrar esse padrão?

1. Reconhecendo o pacto: Dê nome a isso. Veja de onde vem. Permita-se chorar pela criança que se achou responsável por adultos quebrados. Honre essa criança com ternura. Mas diga a ela: “Agora eu cuido de você, não do mundo.”

2. Cortando o fio invisível: Quando surgir a vontade de consertar alguém, pare e respire. Pergunte-se: “Essa pessoa quer mesmo ajuda? Ou estou projetando algo aqui?” Nem todo mundo quer ser salvo — e quase ninguém muda sendo puxado à força.

3. Aprendendo a escolher vínculos mais leves: Você não precisa mais se atrair pelo caos. Você pode se permitir relações recíprocas, nutritivas. Isso é uma escolha consciente. No começo pode até parecer estranho — como se o amor só existisse onde existe sofrimento. Mas com prática, você vai perceber: amor também pode ser paz.

4. Praticando o não sem culpa: Dizer “não” ao drama do outro, às carências que te sobrecarregam, não te faz má. Te faz inteira. É o seu “não” que protege o seu “sim” verdadeiro.

5. Manifestando sua própria cura: Tudo que você quis dar aos outros — cuidado, escuta, colo — é exatamente o que você precisa aprender a dar a si mesma. É aí que está a chave da transformação.

Você não está aqui para salvar ninguém. Está aqui para se libertar. Para amar com presença, mas sem prisão. Para inspirar, não carregar. Para viver inteira, e não aos pedaços.

Seus pais têm a jornada deles. E você agora tem a chance de escrever a sua — com consciência, com força, e com amor próprio.




A fuga da dor.


A dor é uma experiência humana universal, algo que todos nós enfrentamos em algum momento. Muitas vezes, nosso ego tenta nos proteger, criando barreiras para evitar a dor. Ele acredita que, ao suprimir nossos sentimentos, está nos mantendo seguros. No entanto, essa proteção pode, na verdade, prolongar o sofrimento, mantendo a dor ativa em nosso inconsciente.

A verdadeira cura começa quando nos permitimos acessar essa dor de forma honesta e gentil. É um ato de coragem e auto-compaixão. Ao enfrentar a dor, não como um inimigo, mas como uma parte de nós que precisa de atenção e cuidado, começamos a liberar o peso que ela carrega.

A yoga é uma prática que nos auxilia nesse processo. Através das posturas, da respiração e da meditação, ela nos ajuda a conectar com nossas emoções mais profundas e a encontrar equilíbrio.

Lembre-se, sentir dor é parte do nosso caminho de crescimento e transformação. Permita-se sentir, cuidar e liberar, sabendo que cada passo nessa jornada é um ato de amor próprio. Você merece se sentir bem e em paz.



As 5 leis da maternidade da nova era. A visão quântica do maior evento da vida.




A maternidade da nova era não começa no parto.
Ela começa muito antes.

 

Começa no ventre da avó, onde já existíamos como possibilidade.
Começa no silêncio da nossa infância.
Nos traços que herdamos e nem sabíamos que estavam ali.
Na dor que passou por gerações — e que agora, enfim, encontra em você um ponto de transformação.

A nova mãe não é perfeita. Ela é desperta.
Ela não quer mais repetir padrões só por lealdade.
Ela quer transformar — por amor.
Ela compreende que educar não é moldar, é revelar.
E que seu filho não é um projeto: é uma alma inteira, com seu próprio caminho.

Essa maternidade não sustenta personagens.
Ela sustenta verdades.

Ela entende que cada gatilho, cada exaustão, cada frustração…
é uma porta de entrada para o autoconhecimento.
E que a realidade — mesmo dura, mesmo confusa — é mais sagrada que qualquer ideal.

A mãe da nova era olha para si.
Ela sabe que, ao se curar, cura a atmosfera da casa.
Ela pacifica o coração.
Ela devolve ao filho a liberdade de ser quem é, sem ter que carregar dores que não são dele.

Ela também reconhece algo essencial:
que negar o genitor é rejeitar metade do próprio filho.
E que, ao honrar a energia do pai — mesmo em silêncio —
ela permite que a criança se sinta inteira, viva, conectada com sua identidade.

Essa mãe também entende a adoção como missão, não substituição.
Ela sabe que a criança traz uma história, uma genética, um mapa —
e que amar de verdade é acolher tudo isso, não apagar.

A maternidade da nova era não romantiza.
Ela espiritualiza a realidade.
Ela aceita o cansaço. A imperfeição. A dúvida.
Mas não aceita viver no automático.
Não aceita repetir sem consciência.

Essa nova mãe é semente e colheita.
É ventre e voz.
É céu e terra.

Ela sabe que seu filho merece uma mãe inteira.
Mas, mais do que isso… ela sabe que ela mesma merece ser inteira.
Porque quando uma mãe desperta —
uma linhagem inteira começa a curar.


Este livro revela as 5 leis essenciais que toda mãe da nova era precisa conhecer para criar filhos com amor, verdade e liberdade emocional.

🌿 Mais do que educar, é sobre curar a tua história, libertar culpas e reconectar-te com a tua função mais sagrada.

📘 Um presente para ti — e para as próximas gerações. 


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Proteja as suas crenças do mundo.

Precisa entender a necessidade do silêncio nesse processo de expansão. O silêncio dentro de uma reprogramação mental é de suma importância. Evite falar para as pessoas o que você tá fazendo, evite contar sonhos e detalhes para outras pessoas pelo simples fato de se proteger das influências de uma crença negativa sobre o tema, que pertence apenas à pessoa e a sua historia de vida. Tivemos influências de outras reencarnações, do nosso crescimento, família, relacionamentos amorosos, de amigos e outros. 

Quando se decide começar numa reprogramação mental, seu sistema mental pode se confundir e até criar empecilhos a depender da energia que receber de alguém, é como todo mundo por mais apoiador e torcedor que seja, todos estão com base em suas próprias crenças, lidando com os próprios processos e bloqueios.. E esses podem ser o inverso das novas crenças que pretende implementar na sua mente. A solitud em resumo é um momento escolhido a dedo por você, onde ficar só, possibilitando uma maior intensidade de aprofundamento interno. E isso pode ser o grande pulo do gato na sua trajetória.
Repetir afirmações, rever traumas e crenças, pensar como rico, pensar de forma próspera, tudo isso é muito importante mas precisa estar vigilante com as informações que vai ter acesso ao seu inconsciente. Esse momento de reprogramação, entenda que as suas crenças basilares estão sendo mexidas e isso, pode tornar você mentalmente mais aberto e vulnerável à crenças externas contrárias ao que você está buscando. Aniversários, festas, comemorações, tv, filme, série, noticiários, pessoas que reclamam demais, que brigam demais, reunião em família (crenças negativas são reafirmadas), músicas da moda que fala da falta, escassez, tristeza, traição, promiscuidade e afins. É preciso estar vigilante a tudo nesse período. 

Meses de "proteção mental" pode definir o perfeito acoplamento da renovação de paradigma no seu sistema, e em consequência disso, a total renovação da sua crença. No campo das energias, temos uma incrível capacidade de sentir a vibração das pessoas que estão ao nossos redor. Ao sentir a vibração de uma pessoa próxima que duvida dos seus sonhos, será sentido por você, e isso pode dar gatilhos sobre crenças que ainda precisam de tempo para reafirmar no seu sistema. A nova crença ainda pode estar vulnerável pós embate com uma crença raiz.

Capítulo do livro Deus é (con) ciência Vol 1.

INTUIÇÃO. É uma sensação.

A intuição vem sendo explicada de diversas formas. Pela ciência, psicologia, psicanálise, neurociência, espiritualidade. Intuição, no dicionário, é faculdade ou ato de perceber, discernir ou pressentir coisas, independentemente de raciocínio ou de análise. 

INTUIÇÃO É uma sensação. Na filosofia, forma de conhecimento direta, clara e imediata, capaz de investigar objetos pertencentes ao âmbito intelectual, a uma dimensão metafísica ou à realidade concreta. A palavra intuição vem do latim intueri, que significa considerar, ver interiormente ou contemplar. Existe uma inteligência celular que reage aos ambientes e as pessoas que acaba sendo um processo de avaliações cognitivas de coisas já vivenciadas que o inconsciente "padronizou". Isso assegura que o cérebro está sempre preparado para lidar com as situações da melhor forma possível. 

Quando há uma incompatibilidade (algo que não foi previsto), seu cérebro atualiza o modelo cognitivo. Afinal, as informações de experiências passadas ficam guardadas na memória a longo prazo e podem aparecer em situações que precisam de julgamento momentâneo. Ou seja, quando é preciso tomar uma decisão rápida, quase instintivamente, a mente busca resposta nos padrões já vivenciados pelo indivíduo. hipnose de autoestrada É o que acontece quando o motorista de um carro entra em transe durante o caminho. Ao chegar no local que é o destino, o indivíduo não se lembra de como foi o caminho percorrido ou como ele chegou ali.
Isso acontece porque ele, por estar cansado ou distraído, passa a dirigir se orientando apenas pelos padrões do trajeto. Seu consciente entra em um estado de sonolência, quase como um modo “automático”, e o corpo passa a realizar a atividade de maneira intuitiva, utilizando as informações já elencadas pelo inconsciente. Intuição é o sentimento humano de saber sobre algo sem saber o porquê se sabe. Você apenas sabe. Quando você tem muita experiência em uma área específica, seu cérebro tem mais informação para combinar as experiências atuais com as do passado. Isso torna a intuição mais confiável. E significa que, assim como a criatividade, sua intuição pode melhorar com a experiência. 

Você começa a fazer um curso novo e se depara com um grupo de 10 pessoas desconhecidas. Faz amizades com 9, mas com uma pessoa, algo em você, não se sente confortável. Um sentimento, que diz como quase com um sussurro: "não confia". A grande maioria tentar ignorar esse sentimento. E no final, estava lá o por que não deveria confiar na pessoa... A própria pessoa te mostra. 

 Costuma acontecer muito com amores. Aquela pessoa que encantava você, que você confiava, demonstrou ser inverso do que era. E ao recordar, pós afastamento, você reconhece que tinha 99% de confiança na pessoa... Mas que o 1% que restava fazia barulho e você preferiu ignorar. Numa relação á dois, 1% pode fazer toda diferença.

Capítulo do livro Deus é (con) ciência Vol. 1.

Astrologia: Os elementos que compõe o seu corpo físico.

Tudo o que temos no planeta terra advém de quatro elementos. Nada existe sem os quatro elementos, inclusive o quinto elemento, o éter, precisa dos outros 4 elementos para existir. Esses quatro elementos são: Carbono, nitrogênio, oxigênio e hidrogênio. Qualquer descompasso, físico, emocional ou metal, deriva do descompasso desses 4 elementos. Esses elementos são mais conhecidos como terra, agua, fogo e ar. 

Na água existem 88,89% de oxigênio. No elemento ar existem 78% de nitrogênio. No fogo existem 71% de hidrogênio e o principal elemento da terra é o carbono. Coisa de estudo alquimistas. Cada uma das nossas células, 99% de cada uma delas, é composta pelos quatro elementos. Em cada uma de nossas células existem os quatros elementos como predominância em sua constituição, portanto somos formados por terra, fogo, água e ar.
Quando a gente nasce, nascemos dentro de um cinturão de energia planetária, e cada planeta tem um tipo de força, de força eletromagnética. Emitindo uma vibração, no exato momento do seu nascimento. Por isso a hora do nascimento e o local é importante pra fazer um mapa astrológico. Elementos esses que vão ser ferramentas pra tudo o que preciso viver e aprender. Inclusive a escolha da composição do nosso corpo. Se eu preciso de força e ímpeto pra desenvolver grandes coisas, vou receber mais do elemento fogo. Recebendo uma quantidade maior de hidrogênio. 

A quantidade de elementos que vamos captar ao passar por esse cinturão energético, depende do nosso plano de vida. Compondo o corpo com os elementos que vão ser necessário para o que preciso fazer aqui na terra. É feito tudo de forma mecânica, numa exata perfeição, como é o universo. É matemático. Todas as suas células são compostas pelos elementos que você precisa pra viver. Tentar ser o que você não é confronta suas células e a todo seu projeto de vida. Andressa Molina, coloca um exemplo maravilhoso disso, explicando que uma pessoa com mais elemento fogo, vai sentir mais dificuldades de ser calma, ser "zen", por que ela não veio pra ser calma, a estrutura planeta.
Brigar contra a sua composição celular, desiquilibra seu corpo, causa doenças e desorientação mental. Exemplo de uma pessoa que tem muito água no mapa e se esforça pra "queimar" como fogo, uma hora essa água vai inundar você. Quem tem muita água, é mais emocional, mais profundo. Se no meu projeto de vida , veio com elementos que propicia um comportamento mais amoroso, mas me esforço pra ser mais duro e frio emocionalmente, as minhas células entra em processo de dor. 

Isso de inversão de elementos acontece muito quando um filho que veio mais água, precisa assumir os negócios da família, substituindo o pai, que era muito fogo. Ao longo dos anos, vai surgir doenças, estresse, depressão, ansiedade, crise do pânico.
O seu signo não fala do seu comportamento, fala do seu corpo, da composição do seu corpo e do seu plano de vida. Comportamento é como a gente lida com tudo isso, não a nossa essência. Você não pode controlar a manifestação da sua essência, ela vai se manifestar sempre, mesmo que em doenças quando você estiver contra a tudo o que a suas células te dizem pra ser. Quem tem muito elemento fogo tem a necessidade de queimar o seu fogo no seu projeto de vida. E esse fogo vai queimar uma hora. De forma produtiva ou não. 

Pessoas com abundância do elemento fogo, áries, leão e sagitário, tendem a ser mais otimistas, idealistas, dinâmicas, ardentes, apaixonadas, entusiasmadas, diretas, espontâneas, práticas, expansivas, com mais inspiração, motivação, coragem de se impor, de assumir riscos e enfrentar desafios. As pessoas do elemento Terra são do signo de Touro, Virgem e Capricórnio. Neste aspecto, são pessoas que se caracterizam por serem mais pés no chão, que buscam uma segurança e estabilidade. Como resultado, esses indivíduos não suportam sentir que estão inseguros ou que estão fazendo parte de algum “joguinho”. Seus nativos são conhecidos por sua inteligência e boa comunicação. 

E assim como os signos de Água, são extremamente adaptáveis. O elemento Ar, que são o signo de libra, gêmeos e aquário, transmite liberdade, criando a necessidade de novas aventuras e de aproveitar ao máximo cada momento. São pensantes e demonstram menos suas emoções. São intensos assim como o elemento, que em alguns momentos é uma brisa suave, em outros se mostra através de um vento forte. 

E ainda, são comunicativos, com interesse em diferentes assuntos e estilos de pessoas. Algumas das principais características do elemento água são a paciência, a compaixão, a empatia e a imaginação. Mais do que isso, são pessoas muito sonhadoras, intuitivas e sensitivas. Normalmente, têm mais inclinação artística e se dão muito bem nessa área. Além disso, são muito românticas.
Acredito que as empresas do futuro vão olhar com mais carinho para a astrologia e numerologia pra determinar uma contratação e cargo dos funcionários futuramente. O elemento água corresponde aos signos de Câncer, Escorpião e Peixes. A água representa a fluidez, a intuição e a emoção. As pessoas deste elemento são sensíveis, perceptivas e possuem uma forte conexão com as emoções, sejam as suas próprias ou as dos que as cercam. Uma pessoa com muitos elementos de fogo no seu mapa, tem mais hidrogênio na composição da sua essência. 

 O hidrogênio é elemento químico mais abundante no universo, usado como combustível em maçaricos, na fabricação de produtos de grande importância industrial. Por isso são mais agitadas, impulsivas e com grande tendências à explosões. Fogo que não queima, é por que existe um desiquilíbrio, uma dor e se também queima demais, gera uma dor. Fogo: Áries, Leão e Sagitário Ele pode aquecer sua casa, servir como uma luz para iluminar o escuro ou causar um grande incêndio. Eles tendem a ser óbvios e evidentes como seres humanos. Água: Câncer, Escorpião e Peixes Emoção, intuição e memória. Logo, é preciso entender o quanto estas pessoas são profundas. O elemento terra no mapa, confere uma calma, estrutura, quietude. Caseiros e conhecidos por sua tranquilidade. 

Também altamente irritáveis e inquietos. São críticos e detalhistas Ar: Gêmeos, Libra e Aquário Intelectuais, comunicativos e espontâneos, além de serem lógicas, curiosas e adaptáveis. Estas pessoas podem facilmente processar ideias, criar projetos e lidar com relacionamentos complexos - e preferem variedade à consistência. Com um grande desejo pela vida, elas buscam a expansão, em vez de quererem ficar presas a uma coisa só para sempre. São serem mais racionais e podem normalmente ficarem desconectadas de suas emoções. Terra: Touro, Virgem e Capricórnio Os representantes deste Elemento tendem a optar sempre por algo real, palpável. 

Logo, as coisas que emergem dela - pedras preciosas, colheitas - têm valor real no mundo material. Podemos tocá-la, construir coisas, além de compartilhá-la. A terra nos traz um sentimento de estabilidade - e os 3 signos desse Elemento - Touro, Virgem e Capricórnio - tendem a ser estáveis, ancorados e bem práticos. No livro "astrologia psicologia e os quatro elementos", de Stephen Arroyo, faz algumas interessantes classificações sobre os signos. Numa delas ele cita que os astros agem com padrões de energia e que cada grupo de padrão de energia, tem uma função.
Cada um dos quatro elementos irá apresentar uma expressão cardinal, uma expressão fixa e uma expressão mutável. A Astrologia segue basicamente a dinâmica das estações, onde cada um desses períodos de três meses de duração é composto de um começo, meio e fim. Todo mês, tais períodos se manifestam na natureza de uma maneira variada. O início do inverno, por exemplo, não é tão frio como o meio. 

O meio do verão é geralmente um pouco mais quente do que o fim. Os signos cardinais (Áries, Libra, Câncer e Capricórnio), tendem a iniciar as coisas, dar o primeiro passo. Os signos fixos (Touro, Leão, Escorpião e Aquário) fazem a manutenção e sustentabilidade do que foi iniciado, concretizando e gerindo as coisas. Os signos mutáveis (gêmeos, virgem, sagitário e peixes) trabalham com a transição, o fluxo, a liberação, transformação e adaptação das coisas. As três qualidades representam as três partes das estações e a forma como os signos interagem com os elementos. 

 A qualidade CARDINAL marca o início da temporada e o poder da iniciação, sendo a marca dos signos de Áries, Câncer, Libra e Capricórnio. Tendem a ser energias diretas, orientadas para a ação, para o progresso, para o direcionamento das coisas. Recebem bem a tendência à mudança e abordam as coisas de maneira impaciente, tendo afinidade com liderança e autoafirmação. A qualidade FIXA corresponde ao meio da temporada e o poder de sustentação, sublinhando Touro, Leão, Escorpião e Aquário. Tendem a ser energias que gostam de rotina, não tendo tanta afinidade com mudança ou espontaneidade em suas abordagens, agarrando-se aos seus ideais e defendendo-os até o fim. 

A qualidade MUTÁVEL representa o fim da temporada e o poder de mudança e adaptação, sendo a marca de Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes. Tendem a ser energias mais flexíveis e adaptáveis, como um camaleão, que muda para se ajustar ao ambiente onde se encontra e sempre busca novos aprendizados e novos ares. É orientada para a aprendizagem, adaptabilidade e novas experiências, recebendo bem a variedade. Os elementos podem se dividir em dois grupos. O fogo e o ar estão no grupo dos ativos e auto expressivos, e o grupo da agua e da terra são do grupo dos passivos, receptivos e autor repressivos. Exatamente como o Yin e o Yang. 

É possível entender seu mapa pela perspectiva do quão Yin ou Yang ele é através dos elementos predominantes e a localização nos planetas. O sol, por exemplo mostra de onde você está vindo, onde a sua consciência está enraizada.

Capítulo do livro Deus é (con) ciência Vol 1.

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  Meu nome é Paloma de Assis Baptista, sou uma pesquisadora da mente humana e uma apaixonada pela humanidade.  Há 10 anos estudando medicina...

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